Você, como gestor de frota, bem sabe que o abastecimento é a sua maior despesa, correto? Em segundo lugar vêm eles, os pneus. Este dado impressiona quando se pensa na manutenção dos pneus e suas boas condições, já que geralmente valorizamos menos essa atitude, mas saiba que ela pode fazer muita diferença no seu orçamento. 

Por quê os pneus geram tanto custo

Primeiramente, os carregamentos de cargas pesadas custam o desgaste dos pneus, o que, acumulando com as temperaturas frias, quentes, trafegando por estradas em diferentes condições, vão fazendo aos poucos diferença tanto no desempenho do veículo como na saúde financeira.

O desgaste máximo do pneu depende do seu limite de segurança, que é estipulado pela profundidade dos sulcos. Abaixo das medidas de cada um, os pneus podem ser considerados “carecas”, portanto, com o tráfego abaixo do limite legal de acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Segundo a resolução do CONTRAN n.º 558/80, os sulcos dos pneus não podem ser menores que 1,6 mm de profundidade. 

Então, além de custos com reparos e novos equipamentos, o desgaste de pneus pode acarretar em multas. Portanto, a vida útil dos pneus depende de uma manutenção cuidadosa. Vamos mostrar agora quais os cinco maiores pontos de atenção:

#1 Direção Defensiva como forma de controle

Todo e qualquer pneu está suscetível aos diferentes tipos de estrada ou solo, como asfaltos ou estradas de chão. A direção defensiva tem um papel essencial porque traz benefícios no consumo de borracha ao longo prazo, então é importante que você como gestor de frota oriente sua equipe: freadas, aceleradas e curvas feitas de maneira segura permitem que o peso positivo seja maior no seu orçamento e no tempo de uso dos pneus. 

Treinamentos periódicos e reciclagens fazem com que os motoristas dirijam com mais segurança e também evita os custos com possíveis reparos. 

#2 Conheça e aprenda sobre o equipamento

Quando fazemos a gestão da frota muitas vezes não temos plena compreensão da abrangência de cada peça ou parte dos veículos. Quando falamos de pneus, precisamos também aprender sobre as especificidades. Um pneu zerado, por exemplo, chega com 8 mm de espessura, em perfeitas condições. Já um pneu com relativo uso, o chamado “meia-vida”, fica com 4mm de espessura, e os pneus ao seu final de vida útil, sem condições de uso, têm menos de 2mm de espessura. 

Para entender melhor sobre os equipamentos, vá além da espessura; converse com sua equipe mecânica e técnica, considerando estes fatores: pressão, adequação dos pneus em relação ao veículo, quais cargas serão transportadas em qual veículo, e a qualidade e reconhecimento da marca. 

#3 Pneu limpinho é pneu saudável

Para ter uma frota sempre eficiente, a limpeza também passa pelo processo de excelência.Muito se cobra da equipe, principalmente do motorista, em deixar cabine higienizada. O que todo mundo muitas vezes esquece, é a assepsia dos pneus! Pode parecer um pouco incomum, já que os pneus têm contato direto com o chão e recebem os mais variados tipos de sujeira, mas a limpeza deles ajuda e muito na manutenção e pode fazer a diferença na economia.

Ao final de cada trajeto oriente a equipe para retirar sempre que possível: resíduos de óleo ou graxa, pedaços de borracha, materiais pontiagudos, galhos, poeiras, restos de comida e outros. 

#4 O barato às vezes sai caro

Fique de olho nos reparos, principalmente quando forem aqueles feitos de última hora. É preciso estar atento às famosas “gambiarras”, como recapar, remodelar ou recauchutar um pneu. As soluções, que podem parecer eficazes na hora, não são definitivas para os desgastes das borrachas. 

Uma boa dica é que cada reparo tenha o selo do Inmetro e seja feito no máximo duas vezes em cada pneu. 

#5 A tecnologia é sua aliada sempre

Recursos tecnológicos são grandes amigos da gestão de frotas, isso você já sabe. Eles também são grandes aliados na gestão da saúde dos pneus. Os recursos bem conhecidos como balanceamento e alinhamento da direção devem ser feitos com frequência.

AS rodas devem ser balanceadas sempre que surgirem vibrações ou a cada 10 mil quilômetros rodados. Já o alinhamento da direção deve ocorrer após impactos na suspensão e a cada troca de pneus, e também a cada 10 mil quilômetros rodados.

Para que a sua economia seja completa, considere não fazer a manutenção somente nos pneus, mas na sua frota como um todo, e lembre-se: existem maneiras eficazes de melhorar o seu orçamento, principalmente no consumo de combustível. Conte com a CTA Smart para melhorar o controle de abastecimento e ter total autonomia sobre a sua gestão.

 

Importante:

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