Smart News – Boletim semanal

Olá, leitor! Chegamos com mais uma edição do Smart News por aqui. O seu boletim semanal atualizado sobre tudo que aconteceu de mais relevante durante os dias 30 de julho a 4 de agosto.

Por aqui, todas as sextas-feiras, ao meio dia, reunimos os fatos mais importantes da semana dos setores de:

  • Transportes de diversos segmentos;
  • Logísticas;
  • Tecnologias;
  • Economia;
  • Agronegócio.

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Smart News, a semana resumida, a informação completa.

Boa Leitura!

SUVs voltam a ter o valores anteriores ao pacote de incentivos

Automóvel da categoria mais barato é vendido a R$ 96 mil

O pacote de incentivos fiscais promoveu o desconto de R$ 10 mil para veículos de até R$ 120 mil durante os meses de junho e julho com o intuito de tornar mais acessível a compra de carros. A categoria conhecida como SUV (Veículo Utilitário Esportivo) teve a maior procura e, segundo levantamento da JATO Dynamics, foi a que registrou mais emplacamentos em junho de 2023. Ao todo, foram 61.871 emplacamentos no Brasil, 3,5% a mais do que o mesmo mês do ano passado.

Embora a adesão tenha sido alta, os valores para os SUVs zero quilômetro não foram menores que R$ 90 mil, mesmo com os incentivos. Atualmente os veículos já voltaram a ter seu preço tabelado sem o benefício fiscal do governo, e de acordo com a CNN Brasil, o Fiat Pulse é o carro mais barato do segmento, tendo a versão de entrada à R$96 mil – R$ 6.866 a mais do que o valor com o incentivo – , já o Hyundai Creta é o SUV mais caro, sendo vendida a sua versão de entrada na casa dos R$ 130 mil – R$ 2.245,00 a mais do que o preço com o benefício. 

Comparando com o ano passado, os SUVs chegaram a registrar queda de até 17% no preço, aponta o levantamento da KBB, contratado pela CNN Brasil.

Fonte: CNN Brasil

Centro-Oeste tem crescimento três vezes maior que a média nacional

Agronegócio é a peça-chave para a movimentação da economia na região e mais empregos são gerados

A região que vem se destacando nos últimos anos por ter o maior crescimento populacional do país, também é a que mais gera empregos formais e informais, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o Globo Rural, entre dezembro de 2019 a março de 2023, o Centro-Oeste cresceu 6,8%, o que resulta três vezes maior que a média do restante do país.

Bruno Imaizumi, economista da LCA – Letra de Crédito do Agronegócio, investimento de renda fixa – alega que o principal motivo para a expansão no Centro-Oeste é o desempenho do agronegócio, impulsionado por um boom de commodities nos últimos anos, resultando em safras recordes e o consequente aumento na geração de empregos diretos e indiretos. No entanto, apesar dessa relevância do agronegócio, a atividade não é o maior gerador de empregos diretos na região. Em março, apenas 8% das pessoas ocupadas no Centro-Oeste estavam alocadas em atividades agrícolas e afins, enquanto mais de 50% da ocupação era atribuída ao setor de serviços, diz Metrópoles

Fonte: Globo Rural, Metrópoles

Taxa Selic tem a primeira queda em três anos

Banco Central decidiu no final desta quarta-feira (2); redução foi de 0,50%, superando as expectativas do mercado.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou a decisão nesta quarta-feira (02) da redução da taxa Selic, que permanecia estática desde agosto de 2020, quando sofreu sua última redução de 2,5% para 2%, valor mais baixo da história. De acordo com o Portal Terra, o percentual que se encontrava a 13,75% ao ano, recuou 0,5 ponto percentual, passando para 13,25% ao ano. A expectativa do mercado era de uma queda de apenas 0,25%.

A redução da inflação nos últimos meses foi o fator que conduziu à diminuição das taxas de juros. Em maio, a taxa de inflação oficial desacelerou, apresentando um aumento de apenas 0,23%. E, em junho, foi registrada uma deflação, ou seja, uma queda nos preços, de 0,08%.

Consequências dos juros menores

Segundo o G1, a queda na taxa de juros impacta na: redução de taxas bancárias, melhora das contas públicas e maior incentivo a investimentos/aplicações financeiras.

Fonte: Terra, G1

Venda de caminhões novos tem pequena alta em julho mas sofre no acumulado do ano

Mês apresentou uma alta de 5% nas vendas dos veículos em comparação com junho. Entretanto, em relação ao mesmo período do ano anterior, a retração foi de 28,4%.

De acordo com o relatório da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o mês passado teve uma leve recuperação nas vendas de caminhões novos. Em junho, foram emplacados 7.722 veículos, já em julho o número cresceu para 8.109, representando uma alta de 5%. Contudo, no acumulado do ano o setor sofre para poder alavancar bons números, tendo uma retração de 14,79% em comparação aos sete primeiros meses de 2022.

Os ônibus tampouco registram bons resultados em 2023. Em julho, as vendas caíram 15,70% comparado a junho. O presidente da Fenabrave, José Maurício Andreta Jr, diz que isso não muda o cenário de recuperação do setor. “O mercado de ônibus está positivo no ano”, afirma para o Estadão.

Fonte: Fenabrave, Estadão

Até a semana que vem!

NAVEGAÇÃO RÁPIDA

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