Smart News – Boletim semanal

Olá, leitor! Chegamos com mais uma edição do Smart News por aqui. O seu boletim semanal atualizado sobre tudo que aconteceu de mais relevante durante os dias 2 a 7 de julho.

Por aqui, todas as sextas-feiras, ao meio dia, reunimos os fatos mais importantes da semana dos setores de:

  • Transportes de diversos segmentos;
  • Logísticas;
  • Tecnologias;
  • Economia;
  • Agronegócio.

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Smart News, a semana resumida, a informação completa.

Boa Leitura!

Novos radares que calculam a média de tempo poderão ser instalados no país

Aparelhos já foram testados em SP e utilizam o Efeito Doppler para calcular a velocidade do veículo.

A nova tecnologia de fiscalização eletrônica foi testada no ano passado, nas avenidas 23 de maio, dos Bandeirantes e na pista expressa da Marginal Tietê. Na ocasião, os radares fizeram o registro do tempo em que cada veículo levou para percorrer o trajeto entre o aparelho e outro instalado à frente. Esse método de medição já é utilizado em rodovias na Europa e poderá ser homologado pelo Inmetro para ser instalado no Brasil. De acordo com o Terra, os testes foram realizados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), com autorização da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). 

O novo “pardal”  consiste em não registrar mais a velocidade no momento em que o veículo passa por ele, em contrapartida, ele calcula o tempo em que o veículo passa de um radar para outro através do Efeito Doppler – um fenômeno físico observado nas ondas quando emitidas ou refletidas por um objeto que está em movimento (veículo, neste caso) com relação ao observador (radar) – e assim pode analisar se houve algum excesso de velocidade nesse trajeto. Além disso, eles também poderão registrar mudanças de faixas proibidas, reduções para faixas de pedestres e outras infrações passíveis de multas e aplicação de pontos na CNH do responsável. 

Fonte: Portal Terra, UOL

Puxada pelo bom clima durante o plantio, produção de algodão pode alcançar recorde de 20 anos

Imea prevê recorde de produção no MT e mais de 3 milhões de toneladas na safra 2022/23. 

O Brasil está próximo de confirmar uma produção de mais de três milhões de toneladas de algodão beneficiado (pluma) na safra 2022/2023, mantendo uma área plantada de 1,6 milhão de hectares, semelhante à safra anterior. De acordo com o Canal Rural, esse aumento de cerca de 20% na colheita é resultado do avanço na produtividade, que aumentou em 19% em relação ao ciclo anterior. O clima favorável, com uma boa distribuição das chuvas ao longo da safra, também contribuiu para o aumento da produtividade.

Do total de algodão produzido, cerca de 650 mil toneladas devem ser destinadas à indústria nacional, um número menor do que o esperado pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), devido aos reflexos da recessão mundial pós-pandemia. No entanto, há expectativas de melhora para o segundo semestre. As exportações de algodão devem atender ao excedente da safra, para os principais países importadores do produto: China, Vietnã, Paquistão, Bangladesh, Indonésia e Turquia.

A demanda mundial de algodão ainda está fraca, com estoques elevados, mas a China está retomando suas compras. Os preços da commodity têm se mantido em torno de 80 centavos de dólar por libra-peso nos últimos seis meses, com tendência de queda, devido à safra cheia no Brasil e na Austrália, além de outros fatores como a situação da indústria turca após o terremoto ocorrido no início do ano.

Fonte: Canal Rural

Fenômeno “El Niño” deve afetar a produção agrícola e agropecuária no Brasil

O impacto do evento climático será o maior em 70 anos e atingirá diretamente e indiretamente os setores da economia, desde primária à terciária.

O fenômeno climático deve marcar um inverno com temperaturas mais amenas e atípicas da estação, estando 2,5°C acima da média nacional. Segundo o G1, essa onda poderá afetar diretamente a economia do país, com isso, os preços sofrerão alterações. De acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica do governo dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês), a estimativa é que o “El Niño” tenha uma das ocorrências mais intensas dos últimos 70 anos.

Para a agricultura e agropecuária nacional, o fenômeno altera o ciclo das chuvas. “Qualquer abalo significativo na produção da cana-de-açúcar pode trazer um aumento nos preços dos combustíveis, por exemplo. Já impactos nas culturas de soja e milho tendem a se refletir na ração de gado e podem acabar eventualmente alterando até os preços da carne”, alerta a professora da Fundação Instituto de Administração (FIA) Business School, Gleriani Ferreira.

Segundo a previsão da NOAA, espera-se que o fenômeno El Niño persista até o início de 2024 e se intensifique durante o inverno no hemisfério Sul e o verão no hemisfério Norte. De acordo com as projeções da MetSul, é previsto que o evento atinja seu ponto máximo de intensidade no último trimestre deste ano, durante a transição da primavera para o verão.

Fonte: G1, MetSul

Indústria cresceu 0,3% no mês de maio, mas expectativas são incertas

Dados divulgados pelo IBGE apontam uma recuperação do setor, entretanto alta dos  juros pode ser um empecilho para estabilidade.

A produção industrial do Brasil apresentou um aumento de 0,3% em maio, revertendo a queda de 0,6% do mês anterior, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado do ano, a indústria brasileira teve uma perda de 0,4%, enquanto nos últimos 12 meses a variação foi neutra, de acordo com a CNN.

Segundo o gerente da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), André Macedo, embora o resultado de maio indique estabilidade, é importante observar que, em comparação com dezembro do ano anterior, a indústria apresentou um saldo positivo de somente 0,4%. 

Dos 25 setores industriais analisados pela Agência Brasil, 19 apresentaram crescimento em relação a abril, com destaques para produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (7,7%), veículos automotores, reboques e carrocerias (7,4%) e máquinas e equipamentos (12,3%). Por outro lado, seis atividades registraram queda, com maiores impactos nos produtos alimentícios (-2,6%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,7%)

As projeções para a produção industrial brasileira em 2023 são pouco otimistas, com previsão de uma queda de 0,5%, de acordo com a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). A alta taxa de juros é apontada como uma das principais causas dessa perspectiva desfavorável. Diante desse cenário, o setor industrial enfrentará desafios nos próximos meses, diz Correio Braziliense.

Fonte: CNN Brasil, Agência Brasil, Correio Braziliense

Até a próxima semana!

NAVEGAÇÃO RÁPIDA

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