Smart News – Boletim semanal

Olá, leitor! Chegamos com mais uma edição do Smart News por aqui. O seu boletim semanal atualizado sobre tudo que aconteceu de mais relevante durante os dias 13  a 17 de novembro.

Por aqui, todas as sextas-feiras, ao meio dia, reunimos os fatos mais importantes da semana dos setores de:

  • Transportes de diversos segmentos;
  • Logísticas;
  • Tecnologias;
  • Economia;
  • Agronegócio.

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Smart News, a semana resumida, a informação completa.

Boa Leitura!

A produção de biodiesel a partir de óleo de cozinha usado cresceu 700% nos últimos 10 anos

Recentemente, o óleo de cozinha usado, anteriormente tratado apenas como um resíduo doméstico, emergiu como um insumo em crescimento com perspectivas ambientais. A indústria de biodiesel enxergou no resíduo uma alternativa mais barata em relação ao óleo de soja comum, a principal matéria-prima do biodiesel. A produção de biodiesel no Brasil pode atingir 7,6 bilhões de litros neste ano, atribuída ao aumento na mistura de biodiesel ao diesel, impulsionando a demanda por matéria-prima.

O óleo de cozinha se mostrou um insumo mais barato também que o sebo bovino ou outras matérias-primas que também são utilizadas para o biodiesel, além de ter o apelo ambiental como atrativo. Um exemplo é a adesão de empresas a metas ESG, impulsionando a coleta desse óleo.

A utilização desse insumo aumentou consideravelmente nos últimos anos, indo de 17,83 milhões para 148,37 milhões de litros entre 2012 e 2022. Embora haja espaço para a demanda crescer, a oferta de óleo de cozinha usado enfrenta desafios, hoje, cerca de 30% do óleo de cozinha usado vem da população, enquanto o restante é proveniente de estabelecimentos, como restaurantes, que podem optar por vender o óleo utilizado.

Fonte: Globo Rural

La Niña deve ser um problema para o agro em 2024

A percepção dos especialistas é que os períodos de neutralidade climática estão se tornando cada vez mais raros, exigindo atenção redobrada por parte dos produtores e uma adaptação mais precisa para enfrentar os desafios atuais. Há indícios apontando para um novo La Niña no próximo ano, e o setor mais diretamente afetado pelas instabilidades climáticas é o agronegócio.

Em 13 de novembro, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelaram um estudo sobre a intensificação dos extremos climáticos no Brasil. Entre 1961 e 1990, a média de dias consecutivos sem chuva variava de 80 a 85 dias. No entanto, esse número aumentou para aproximadamente 100 dias durante o período de 2011 a 2020, especialmente nas regiões que abrangem o norte do Nordeste e o centro do país. Paralelamente, o registro de dias com ondas de calor cresceu de 7 para 52 ao longo de 30 anos.

Normalmente, os fenômenos do El Niño e La Niña se alternam entre intervalos de 2 a 7 anos. Como resultado do aquecimento global, estamos testemunhando eventos mais intensos e frequentes. Desde 2014, tem havido uma sequência praticamente contínua de eventos alternados de El Niño e La Niña. Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), esses problemas climáticos resultaram em prejuízos de R$ 287 bilhões para a agropecuária brasileira entre 2013 e 2022. Apenas em 2023, os danos atingiram R$ 33,7 bilhões, dos quais R$ 24,6 bilhões afetaram a agricultura e R$ 9,1 bilhões a pecuária.

Fonte: Globo Rural

Entre janeiro e outubro, o brasil expandiu suas exportações agropecuárias para 57 novos mercados

O avanço foi impulsionado pela obtenção de autorizações sanitárias de cada país parceiro do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), resultado de negociações internacionais e ajustes técnicos conforme requisitos sanitários e fitossanitários.

Conquistas importantes foram alcançadas este ano, como a suspensão do embargo à importação de carne bovina brasileira pela China, após um caso isolado de Encefalopatia Espongiforme Bovina (mal da “vaca louca”), e a obtenção da certificação de qualidade para o algodão brasileiro destinado ao mercado chinês. No Reino Unido, ocorreu a retomada plena do sistema de habilitação de estabelecimentos brasileiros para exportação, além da revisão dos controles de inspeção britânica para produtos de origem animal do Brasil.

No que se refere às exportações específicas, o Brasil vendeu carne bovina para o México e carne suína para a República Dominicana. Destacaram-se também as exportações de algodão para o Egito e mamão “papaya” para o Chile. Acordos de cooperação foram firmados com Chile e Cuba para adoção do sistema de “pre-listing” de estabelecimentos exportadores.

Entre os países com novos mercados para a exportação de produtos agropecuários, 23 estão localizados no continente americano, 2 na Europa, 9 no continente africano, 16 na Ásia e 5 na Oceania.

Fonte: Money Times e Governo Federal

Agricultura regenerativa traz benefícios ambientais e oferece oportunidades econômicas aos produtores brasileiros

A agricultura regenerativa representa uma nova abordagem na produção de alimentos, integrando a restauração e melhoria dos ecossistemas. No Brasil, várias práticas sustentáveis têm se consolidado ao longo dos anos. Dentre elas, o plantio direto é uma técnica que se destaca ao minimizar a reviravolta do solo, preservando-o contra erosão, mantendo a umidade e aumentando a matéria orgânica, reduzindo assim a necessidade de fertilizantes químicos. Estima-se que entre 35 e 40 milhões de hectares no país atualmente utilizam esse sistema.

Outro método em ascensão é a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), que combina culturas agrícolas, pastagens e árvores em uma mesma área. Enquanto cultiva-se grãos e cria-se animais nos primeiros anos, as árvores crescem e fornecem benefícios como proteção contra o vento e manutenção da umidade do solo. Posteriormente, essas árvores são utilizadas para produção de madeira ou celulose. Estudos demonstram que a ILPF contribui significativamente na redução de gases de efeito estufa.

Essas práticas são alguns exemplos de sistemas que não apenas preservam o meio ambiente, mas também oferecem ganhos econômicos aos produtores, reduzindo custos operacionais e permitindo a valorização dos produtos agrícolas no mercado. Além disso, possibilitam a remuneração por serviços ambientais, como o sequestro de carbono no solo ao mesmo tempo em que assegura a sustentabilidade do setor agrícola brasileiro.

Fonte: Veja Mercado

NAVEGAÇÃO RÁPIDA

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