Smart News – Boletim semanal

Olá, leitor! Chegamos com mais uma edição do Smart News por aqui. O seu boletim semanal atualizado sobre tudo que aconteceu de mais relevante durante os dias 29 de janeiro a 02 de fevereiro. 

Por aqui, todas as sextas-feiras, ao meio dia, reunimos os fatos mais importantes da semana dos setores de:

  • Transportes de diversos segmentos;
  • Logísticas;
  • Tecnologias;
  • Economia;
  • Agronegócio.

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Smart News, a semana resumida, a informação completa.

Boa Leitura!

Relatório da Petrobras aponta reservas de óleo e gás natural para 12,2 anos

2023 foi o segundo ano consecutivo com adição significativa de barris de óleo equivalente (boe), com 1,5 bilhões direcionados para a reserva que totalizou 10,9 bilhões de boe no último dia do ano passado. 2022 foi o ano recorde de adição, com 2 bilhões adicionados à reserva.

O valor de 1,5 bilhão, que foi acrescentado à reserva ao longo do ano de 2023, quando descontado 900 milhões da produção e do desinvestimento (200 milhões de boe), representou aumento líquido de 400 milhões da medida.

Segundo a petroleira, o crescimento é proveniente principalmente de novos volumes encontrados nos campos de Búzios, Tupi e Atapu, na Bacia de Santos. Embora a adição dos últimos anos tenha sido excepcional, na próxima década, a previsão é de declínio do pré-sal. O maior campo de óleo e gás do país, Tupi, já sofre com o enfraquecimento, sendo necessários investimentos de revitalização nos próximos anos.

A Petrobras aposta em novas explorações como na Margem Equatorial, porém, vem enfrentando oposição do Ibama, e não tem previsão de superar os entraves ambientais. No entanto, nova exploração, dentro da Margem Equatorial, já está em andamento, e a companhia já concluiu a primeira perfuração no poço exploratório de Pitu Oeste, na Bacia Potiguar.

Seguindo os critérios da ANP/SPE (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis/Society of Petroleum Engineers) que considera a extração do prazo contratual de concessão no Brasil, as reservas provadas atingiram 11,1 bilhões de barris de óleo equivalente.

Fonte: EPBR

ANTT facilita acordo para transporte de Sistema de Remonta entre Brasil e Argentina 

O último contrato foi firmado em 2021, com validade de dois anos. O novo acordo reestabeleceu e ampliou a prestação do serviço de transporte rodoviário internacional de cargas no Sistema de Remonta, destravando exportação de veículos de carga para a Argentina e países interligados por ela. A ANTT atuou por meio de sua Assessoria de Relações Internacionais (ASINT/ANTT), para que os países fechassem a cooperação ainda em janeiro de 2024.

O Brasil é o principal produtor de veículos da América do Sul. A permissão para esta categoria de transporte busca impulsionar a competitividade nos mercados de ambos os países, eliminando barreiras de entrada para novas empresas com prioridade na segurança do transporte de remonta.

A próxima reunião para tratar do assunto está agendada para abril deste ano. Será discutida a permissão para o transporte do Sistema de Remonta através de autorizações com validade de seis meses, renovadas pelo mesmo período. Desta forma, mais empresas interessadas poderão obter concessão para o tráfego bilateral entre Brasil e Argentina.

O Sistema de Remonta se trata do translado de veículos destinados a transporte de cargas e passageiros sobre outro caminhão, que precisa atravessar um país para chegar ao seu destino final.

Fonte: ANTT

Onda de protestos de agricultores na Europa já atinge mais de sete países

A manifestação começou no início de janeiro, em Berlim, na Alemanha. Protestos também foram registrados na Espanha, França, Grécia, Itália, Bélgica, Polônia, Romênia e Lituânia. Produtores rurais bloquearam estradas e alguns dos principais pontos turísticos da União Europeia. 

A mobilização tomou força em 2024, mas na Holanda, profissionais do setor já mostravam descontentamento em junho de 2022. Embora as reivindicações mudem de acordo com o local, trabalhadores manifestam algumas insatisfações em comum, como os preços não remuneradores e o excesso de regras, sejam elas climáticas, tributárias ou comerciais. As demandas podem afetar as relações comerciais com países como o Brasil.

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Agricultores (FNSEA), mais antiga da França, publicou um documento solicitando ao governo mais clareza nas políticas públicas do setor e a elaboração de um plano de remuneração justa, além da revisão na proposta do governo de implantar reserva em área que pode ter utilizada para agricultura no país.

Já na Espanha, produtores solicitam a suspensão do acordo com o Mercosul entre outros países, enquanto na Itália, trabalhadores discordam das novas regulamentações da categoria e altos impostos.

Fonte: Globo Rural

DIESEL, GASOLINA E GÁS DE COZINHA SOBEM APÓS ANÚNCIO DO AUMENTO DO ICMS

A partir desta quinta-feira (1º), os valores do óleo diesel, gasolina e gás de cozinha terão um acréscimo de aproximadamente 12,5%, devido ao aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em todo o país.

Aqui estão os novos valores dos impostos, válidos até o final de 2024:

Gasolina: R$ 1,3721 por litro;

Diesel: R$ 1,0635 por litro;

Gás de cozinha: R$ 18,38 por botijão de 13 kg.

Antes desses ajustes, as alíquotas até a quarta-feira (31) eram:

Gasolina: R$ 1,22 por litro;

Diesel: R$ 0,9456 por litro;

Gás de cozinha: R$ 16,27 por botijão de 13 kg.

A decisão de aumento foi tomada pelo Comitê Nacional de Secretários de Estado da Fazenda (Comsefaz) em outubro de 2023, justificado pela inflação no período. O reajuste, segundo o advogado tributarista Yukio Toledo, está relacionado à taxa básica de juros da economia, a Selic, nos 12 meses anteriores à decisão do Comsefaz.

Antes do aumento do ICMS, os combustíveis já haviam ficado mais caros devido à retomada da tributação federal. A reoneração de PIS/Cofins, zeradas até 31 de dezembro de 2023, impactou os seguintes combustíveis a partir de 1º de janeiro:

Diesel A: aproximadamente R$ 0,35 por litro;

Biodiesel: aproximadamente R$ 0,15 por litro;

Diesel B (mistura do diesel A e biodiesel): aproximadamente R$ 0,33 por litro;

Gás de cozinha: aproximadamente R$ 2,18 por botijão de 13 kg.

O diesel, em particular, teve um impacto significativo, afetando o preço de produtos transportados pelas rodovias do país, como alimentos. Pouco antes do aumento dos impostos federais, em dezembro, a Petrobras reduziu o preço do diesel em suas refinarias em R$ 0,30 por litro. Considerando a mistura com o biodiesel, vendida nos postos, a redução seria de R$ 0,26 por litro, compensando parcialmente o aumento no PIS/Cofins. Agora, com o aumento do ICMS, espera-se que o litro do diesel fique cerca de R$ 0,12 mais caro.

Fonte: G1

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