Smart News – Boletim semanal

Olá, leitor! Chegamos com mais uma edição do Smart News por aqui. O seu boletim semanal atualizado sobre tudo que aconteceu de mais relevante durante os dias 20  a 24 de novembro.

Por aqui, todas as sextas-feiras, ao meio dia, reunimos os fatos mais importantes da semana dos setores de:

  • Transportes de diversos segmentos;
  • Logísticas;
  • Tecnologias;
  • Economia;
  • Agronegócio.

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Smart News, a semana resumida, a informação completa.

Boa Leitura!

Na primeira quinzena de novembro, apenas o nordeste registra redução no preço do s-10 e s-500

O preço do diesel no Brasil aumentou no fechamento da primeira quinzena de novembro, registrando alta tanto para o tipo comum quanto para o S-10. O litro do diesel comum encerrou o período a R$6,21, um aumento de 0,98% em relação a outubro, enquanto o S-10 foi vendido a R$6,40, representando um aumento de 0,79%. O aumento foi registrado pelo Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL).

Apenas cinco Estados registraram redução no preço do litro na primeira quinzena do mês, todos localizados na região Nordeste, que registrou redução nos dois tipos de diesel, com o diesel comum a R$6,26 (-0,48%) e o S-10 a R$6,34 (-0,94%). Em contrapartida, Alagoas teve o maior aumento (10,78%) no diesel comum. Roraima registrou o maior preço médio para o diesel comum (R$7,10) e o Rio Grande do Sul o menor (R$5,98).

No ranking das variações de preço do diesel S-10 em todo o país, o Amapá apresentou o maior aumento, atingindo 2,10%, chegando a uma média de R$7,79, destacando-se como a mais alta entre todos os estados. Por outro lado, a maior redução, alcançando 3,60%, foi observada na Bahia, onde a média de preço fechou em R$6,16. O estado com a média mais baixa foi, assim como o diesel comum, o Rio Grande do Sul, registrando um valor de R$6,06 nos postos de abastecimento.

Fonte: Notícias Agrícolas

PIB do Brasil fica estagnado no terceiro trimestre de 2023

Conforme levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) o resultado está relacionado com a desaceleração da agropecuária e do setor de serviços, pela ótica de oferta, mas também é influenciado pela queda do consumo das famílias e da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF). O índice teve uma retração de 5,3% neste trimestre quando comparado ao mesmo período do ano passado.

No terceiro trimestre de 2023, houve um aumento de 10,6% nas exportações de bens e serviços, enquanto as importações diminuíram 7,0%. De acordo com a FGV, o crescimento das exportações foi impulsionado principalmente pelos produtos agropecuários e da extração mineral. Já em relação às importações, a redução foi atribuída à menor entrada de bens intermediários importados no país.

Comparando o terceiro trimestre de 2023 com o terceiro trimestre de 2022, houve crescimento de 1,8% no PIB. Em relação ao mês de setembro, ante agosto, a atividade econômica encolheu 0,6%. No acumulado de janeiro a setembro o PIB alcançou aproximadamente R$8,047 trilhões, em valores correntes e a taxa de investimento da economia foi de 16,9% no terceiro trimestre.

Fonte: CNN Brasil

Previsão é de revolução tecnológica no campo para próximos 10 anos

Líder da AGCO, dona das marcas Fendt, Massey Ferguson e Valtra, garante que os equipamentos vão estar cada vez mais conectados. A companhia aposta na estratégia de trazer maquinários cada vez mais modernos e potentes para o Brasil. A multi americana afirma que o preço dos commodities ou problemas climáticos não vão ser um obstáculo e destaca a integração lavoura-pecuária-floresta como crucial para aumentar a produção nacional sem mais desmatamento.

O presidente global da empresa, Eric Hansotia, identifica a falta de conectividade no campo como um dos principais obstáculos para o rápido crescimento das vendas e adoção de tecnologias no Brasil. Para contornar isso, a empresa está considerando desenvolver equipamentos que possam operar com redes alternativas às oferecidas pelas operadoras convencionais enquanto estão em uso no campo.

Fonte: Globo Rural

Em 2022, Brasil reduziu em 8% as emissões de gases estufa 

O levantamento foi divulgado pela 11ª edição do Observatório do Clima, com dados do Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa (Seeg). Embora os números ainda estejam altos, a queda foi impulsionada pela diminuição das emissões provenientes do desmatamento, enquanto as emissões da agropecuária cresceram em 3,2%.

Mato Grosso foi responsável por 17,3% do total das emissões, o que resultou em uma média de 106 toneladas de CO² de emissões por habitante em 2022, 17 vezes maior que a média mundial.  Em segundo lugar está o Pará e em terceiro Minas Gerais, concentrando 15,6% do total e 7,3%, respectivamente.

O desmatamento, historicamente uma das principais causas das emissões no Brasil, teve uma leve redução. No ano passado, foram emitidas 1,12 bilhão de toneladas de gases equivalentes ao dióxido de carbono, respondendo por 48% das emissões do país. Entretanto, a agropecuária emergiu como a segunda maior fonte de emissões, contribuindo com 617,2 milhões de toneladas, um aumento de 3,2% em relação a 2021.

Fonte: Estadão

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