Smart News – Boletim semanal

Olá, leitor! Chegamos com mais uma edição do Smart News por aqui. O seu boletim semanal atualizado sobre tudo que aconteceu de mais relevante durante os dias 18 a 22 de dezembro.

Por aqui, todas as sextas-feiras, ao meio dia, reunimos os fatos mais importantes da semana dos setores de:

  • Transportes de diversos segmentos;
  • Logísticas;
  • Tecnologias;
  • Economia;
  • Agronegócio.

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Smart News, a semana resumida, a informação completa.

Boa Leitura!

Setor agropecuário entre o crescimento recorde em 2023 e projeções de queda em 2024

De acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o setor agropecuário teve sua estimativa de crescimento para o Valor Adicionado (VA) em 2023 revisada para 16,7%. Essa revisão se deve principalmente a resultados ajustados dos trimestres anteriores e a previsões mais otimistas para a produção de cana-de-açúcar e bovinos no ano. As taxas de crescimento nos primeiros e segundos trimestres foram revistas para 22,9% e 20,9%, respectivamente, devido a revisões positivas para as estimativas de crescimento de soja e milho, prevendo expansão de 26,9% e 18,9%, respectivamente.

A produção de cana-de-açúcar teve sua estimativa de crescimento aumentada para 13,5%, contribuindo para o desempenho positivo do setor no terceiro trimestre, enquanto a previsão para a produção de trigo foi revisada para uma queda de 11,3% devido ao excesso de chuvas reduzindo a produtividade em estados relevantes.

No caso da pecuária, todos os segmentos registraram aumento no acumulado do ano até setembro, com a produção de bovinos crescendo 10,0% em relação ao ano anterior. Isso resultou na revisão da previsão de crescimento de 7,0% para 10,3%.

Porém, para 2024, a perspectiva é negativa, com uma expectativa de queda de 3,2% no VA do setor. Baseado em novos dados do Prognóstico de Safra do IBGE, a revisão é de queda na produção de culturas importantes como milho (-9,5%), cana-de-açúcar (-5,4%) e algodão (-4,4%). Soja e café são exceções, com previsões de expansão de 0,6% e 8,4%, respectivamente. A pecuária, no entanto, é esperada para um ano positivo, com todos os segmentos apresentando crescimento, amenizando o impacto negativo previsto para a lavoura em 2024. A produção de bovinos, em particular, é esperada para crescer 3,1% devido ao seu bom desempenho recente.

Fonte: Canal Rural

Brasil projeta recorde de exportações de milho e soja em 2023

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) prevê que o Brasil exportará mais de 7 milhões de toneladas de milho somente no mês de dezembro de 2023. Essa projeção é parte de uma previsão mais ampla que aponta para um recorde anual de 56,2 milhões de toneladas de milho exportadas ao longo de 2023. Esse aumento nas exportações de milho é impulsionado principalmente pela crescente demanda da China e por uma safra excepcional no país.

A China, em particular, começou a adquirir quantidades significativas de milho do Brasil após a assinatura de um acordo entre os dois países no final do ano passado, impulsionando ainda mais as exportações brasileiras desse grão.

Quanto à soja, a previsão é que as exportações atinjam cerca de 3,5 milhões de toneladas em dezembro de 2023, mais do que o dobro em comparação com o mesmo período do ano anterior. Para o ano inteiro, a projeção da Anec aponta um recorde de 101,1 milhões de toneladas de soja exportadas em 2023, representando um aumento significativo em relação às 77,8 milhões de toneladas do ano anterior. Esse aumento maciço nas exportações de soja é atribuído a uma safra recorde no país e ao grande volume de estoques disponíveis para exportação.

Entretanto, esse recorde foi alcançado em meio a preços mais baixos para os produtores brasileiros. A analista Daniele Siqueira da AgRural mencionou que a produção acima do esperado, juntamente com a lenta comercialização antecipada e a falta de armazenamento, levou os importadores, especialmente a China, a reduzirem os prêmios de exportação, impactando os preços recebidos pelos produtores.

Espera-se que em 2024 os embarques continuem em alta, já que a previsão da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) aponta um aumento de 4,4% na safra para 164,7 milhões de toneladas, o que favorecerá ainda mais as exportações.

Fonte: Forbes

Pesquisa demonstra aumento de 59% no valor de seguro rodoviário de cargas

A pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou que a nova lei 14.599/2023 alterou as regras de contratação do seguro rodoviário de cargas, resultando em um aumento médio de 59% nas despesas com os seguros para as empresas industriais. A pesquisa foi realizada com 1.486 empresas industriais, das quais 1.266 utilizam o transporte rodoviário. Este aumento, apontado por 44% dos empresários já submetidos às novas normas, impacta os custos da indústria e o preço final dos produtos para os consumidores.

Implementada em dezembro do ano passado, a lei determina que apenas os transportadores podem contratar os seguros, proibindo os proprietários das cargas de fazê-lo. No entanto, as características variadas das mercadorias transportadas, as distâncias percorridas, a capacidade do veículo e o tipo de serviço prestado geram impactos diversos nas empresas.

A nova lei também impõe a contratação de mais duas modalidades de seguro, o que encarece ainda mais os custos de transporte de produtos industriais. A pesquisa da CNI revela que 85% das empresas utilizam o modal rodoviário para escoar suas mercadorias e que os impactos das mudanças na lei estão sendo gradualmente percebidos pelas empresas, com expectativa de um impacto integral após dezembro de 2023, quando as empresas submetidas às novas regras deverão renovar suas apólices.

Fonte: Portal da Indústria

Ataques a navios no mar vermelho podem impactar preço do petróleo global

Nesta semana, várias companhias marítimas suspenderam viagens ao longo da rota do Mar Vermelho após ataques via drones e foguetes pelo grupo Houtis. A rota é crucial para o transporte de petróleo, gás natural e bens de consumo. Essas interrupções podem causar atrasos, aumentar custos de seguro e afetar preços de commodities. O impacto total dependerá da duração dessas interrupções.

Os Houthis têm atacado navios na região do Mar Vermelho, alegadamente direcionando seus ataques a navios que se dirigem a Israel. Estes ataques geraram preocupações de segurança entre as grandes empresas de transporte marítimo, levando várias delas a suspender ou desviar as rotas que passam por essa área.

Os navios serão obrigados a seguir uma rota mais extensa contornando a África Austral, em vez de utilizar o Estreito de Mandeb. Isso pode acrescentar aproximadamente 10 dias à viagem e resultar em custos adicionais que podem alcançar milhões de dólares.

Os Estados Unidos lançaram a Operação Prosperity Guardian, com apoio de nações aliadas, para garantir a segurança do tráfego marítimo na área, enquanto grandes empresas de transporte, incluindo Maersk, MSC e Evergreen Line, anunciaram a suspensão temporária ou desvio de suas rotas que passam pelo Mar Vermelho.

Fonte: G1

NAVEGAÇÃO RÁPIDA

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