Smart News – Boletim semanal

Olá, leitor! Chegamos com mais uma edição do Smart News por aqui. O seu boletim semanal atualizado sobre tudo que aconteceu de mais relevante durante os dias 8 a 12 de janeiro.

Por aqui, todas as sextas-feiras, ao meio dia, reunimos os fatos mais importantes da semana dos setores de:

  • Transportes de diversos segmentos;
  • Logísticas;
  • Tecnologias;
  • Economia;
  • Agronegócio.

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Smart News, a semana resumida, a informação completa.

Boa Leitura!

Exportações do setor agropecuário brasileiro crescem 9% em 2023 apesar dos desafios de mercado

Em 2023, as exportações brasileiras do setor agropecuário experimentaram um crescimento notável de 9%, atingindo um valor total de US$ 81,5 bilhões. Esse aumento representou 24% da receita total das vendas externas do Brasil, comparado a 22% no ano anterior. O crescimento foi impulsionado principalmente pelo aumento significativo de 23,4% no volume comercializado, mesmo diante de uma queda de 10,3% nos preços médios dos produtos agropecuários.

Dentre os produtos que mais contribuíram para esse avanço nas exportações destacam-se: animais vivos (excluindo pescados e crustáceos), milho não moído (exceto milho doce), soja, açúcares, melaços, farelos de soja, e farinhas de carnes, com aumentos expressivos em suas vendas. No entanto, houve uma diminuição nas exportações de alguns produtos como trigo e centeio não moídos, café não torrado, algodão em bruto, e carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, indicando uma variação no desempenho de diferentes segmentos do setor agropecuário.

Em relação às importações, o setor agropecuário brasileiro registrou uma redução de 21% em seus gastos, totalizando US$4,50 bilhões. Essa queda foi mais evidente nas compras de trigo e centeio não moídos, milho não moído e adubos ou fertilizantes químicos. Em contraste, houve um aumento nas importações de pescado inteiro, frutas e nozes não oleaginosas, e cacau em bruto ou torrado, mostrando um comportamento seletivo nas escolhas de importação do setor.

Fonte: Globo Rural

A carne de frango no Brasil está 11,4% mais barata em comparação com 2023

Em janeiro de 2023, o quilo da carne de frango saía dos frigoríficos por R$10,35, enquanto em janeiro de 2024, o preço caiu para R$9,17. A redução no custo está atrelada principalmente à queda de 36% no preço do milho em 2023.

Apesar da elevação dos preços do milho no final de 2023, impulsionados pelos impactos do fenômeno El Niño nas plantações de soja e milho, o aumento dos custos não se refletiu nos preços da carne de frango ao consumidor e, por enquanto, espera-se que esses preços se mantenham estáveis.

Além disso, o Brasil bateu recorde de exportação de carne de frango em 2023, com 5,138 milhões de toneladas exportadas, um aumento de 6,6% em relação a 2022. Isso marca a primeira vez que o país superou a marca de 5 milhões de toneladas exportadas em um ano. O crescimento das exportações também contribuiu para o aumento do emprego no setor, com mais de 20 mil vagas abertas. Os principais destinos das exportações brasileiras de carne de frango são o Japão, China, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e África do Sul.

Os frigoríficos, apesar de uma redução nas margens de lucro, registraram um crescimento em receita de 0,4% em comparação com 2022, alcançando um novo recorde de 9,796 bilhões de dólares em 12 meses. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) prevê que em 2024 o Brasil continuará a crescer em exportações, produção e geração de empregos.

Fonte: CNN

Brasil reduz importação de combustíveis em 2023 com avanço da produção da Petrobras

O Brasil apresentou uma redução nas importações de diesel e gasolina em 2023 comparado ao ano anterior, impulsionado pelo aumento do consumo de biocombustíveis e pela maior produção da Petrobras (PETR4). As refinarias da empresa operaram próximas da capacidade máxima, o que contribuiu para a queda de 8,8% na importação de diesel A (puro) e de 8,2% na de gasolina. Essa diminuição ocorreu apesar do aumento no consumo de diesel nos postos do país e da competitividade reduzida da gasolina frente ao etanol hidratado.

As importações de diesel ainda registraram o segundo maior volume na série histórica, ficando atrás apenas de 2022. Notavelmente, em 2023, a Rússia substituiu os Estados Unidos como principal fornecedor externo de diesel para o Brasil. A produção doméstica de diesel aumentou 5,1% até novembro de 2023 em comparação com o mesmo período de 2022, alcançando 43,91 bilhões de litros, segundo a StoneX. Além disso, a mistura obrigatória de biodiesel no diesel vendido nas bombas aumentou de 10% para 12%.

A demanda total de diesel B (já misturado com biodiesel) no Brasil foi de 65,1 bilhões de litros em 2023, um aumento de cerca de 3% em relação ao recorde de 63,2 bilhões de litros em 2022. Este forte consumo foi impulsionado pelo bom desempenho econômico e pelo aumento na produção brasileira de soja e milho. Em dezembro de 2023, houve uma importação recorde de diesel, principalmente devido à antecipação das compras antes da reoneração dos tributos federais sobre o diesel A.

Para 2024, espera-se que as importações de diesel no Brasil permaneçam elevadas, já que o país continua dependente do mercado externo para atender sua demanda crescente. As refinarias já operam perto da capacidade máxima, e a mistura de biodiesel no diesel deverá aumentar de 12% para 14%. O consumo de diesel B deve crescer 1,4% em 2024, totalizando 66 bilhões de litros, sustentado por mais um ano de crescimento do PIB e uma produção de soja e milho que, apesar de inferiores ao ano anterior, permanecem altas historicamente.

Fonte: InfoMoney

Após 8 anos, setor de moagem de cana ultrapassa 20 milhões de toneladas processadas em dezembro

Em dezembro de 2023, a região centro-sul, principal área produtora de cana no país, alcançou um nível recorde de moagem de cana. Esse marco foi possível graças a condições climáticas secas que favoreceram a colheita, resultando no volume recorde que não era alcançado desde 2015. Como consequência, houve uma diminuição significativa na quantidade de cana “bisada” (que sobra de uma safra para a outra), segundo informações da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Na segunda quinzena de dezembro, a moagem de cana-de-açúcar no Brasil aumentou 79,87% em comparação com o mesmo período do ano anterior, com 4,87 milhões de toneladas processadas. Isso elevou a moagem total da safra 23/24 para 644,14 milhões de toneladas, um aumento de 18,76%.

A produção de açúcar na segunda metade de dezembro totalizou 235,76 mil toneladas. Essa quantidade, quando comparada àquela registrada na safra 22/23 de 173,83 milhão de toneladas, representa aumento de 35,63%.

Houve um total de 100 unidades produtoras operando na segunda quinzena de dezembro, com 85 processando cana e outras produzindo etanol a partir do milho e operando usinas flex. Apesar de uma ligeira queda na qualidade da cana, medida pelo nível de Açúcares Totais Recuperáveis, a produção de açúcar e etanol aumentou significativamente. Vendas de etanol também cresceram. No mercado de CBios, houve um aumento na emissão de créditos. 

Fonte: Forbes Agro e Unica

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